quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Relembre a Série Red Alert em Command & Conquer

Command & Conquer Red Alert foi lançado em 1996, menos de um ano após o lançamento do Command & Conquer Tiberian Dawn. Feito também pela Westwood Studios, usava a mesma engine do primeiro jogo, mas um pouco modificada (pra melhor). Continuava com a marca registrada da série, que são as cenas entre as missões com atores de verdade. Ao contrário do primeiro, você não coleta Tiberium para ganhar dinheiro. Em vez disso, você coleta minérios espalhados pelo mapa, e estes minérios não são nocivos aos humanos. Alguns dizem que Red Alert seria o antecessor do C&C original, no quesito história. Apesar de dar essa impressão, nada foi confirmado oficialmente.
Você achou que o universo Tiberium tinha uma história louca? Isso porque você não sabe então sobre o universo Red Alert.

Command & Conquer Red Alert
Em 1946, Albert Einstein criou um dispositivo chamado “Chrono Sphere” para voltar no tempo e alterar a história para sempre. O seu objetivo era encontrar Adolf Hitler antes de sua ascensão e matá-lo. E assim o fez… Mas já ouviram falar que tudo que se modifica no passado altera o presente? Pois então. Com essa alteração, a Alemanha nazista nunca existiu, fazendo com que a União Soviética crescesse de forma absurda.
A Segunda Guerra Mundial nunca aconteceu. Em lugar dela, começou uma guerra sangrenta entre a União Soviética e os Aliados, liderados pelos Estados Unidos. É como se a Guerra Fria fosse “quente” (perdão pelo trocadilho) e tivesse sido antecipada.
Neste jogo, ao contrário do C&C original, temos mais super-armas: míssil nuclear, tele-transporte e invencibilidade temporária de algumas unidades (não tinha nada melhor do que teletransportar unidades invencíveis para o meio da base inimiga). No lugar de torres lançadoras de raios mortais, temos torres lançadoras de raios elétricos (chamadas “Tesla Coil”, em homenagem a Nikolas Tesla, mestre da eletricidade).
Com duas expansões e versões para console (teve a versão “Retaliation” para PlayStation, com todas as expansões embutidas), ficou bastante conhecido por oferecer uma missão secreta em que você enfrentava formigas gigantes. Além disso, uma figura conhecida por todos nós surge e diz que irá fundar uma Irmandade (é essa mesmo que estão pensando). O jogo pode ser baixado gratuitamente no site da EA.

Command & Conquer Red Alert 2
Após a derrota Soviética no primeiro jogo, os Aliados escolhem uma pessoa para ser encarregada de tocar para frente a Mãe Rússia. Mas é claro que nem tudo dá certo… Em uma bela manhã, o Pentágono entra em contato com o então presidente e informa que os Soviéticos estão invadindo os EUA, por ar (com zepelins armados até os dentes e aviões cheios de paraquedistas) e por mar (com transportes híbridos carregados de tanques e lançadores de mísseis V3).
Aliás, a minha estratégia preferida no jogo era construir dezenas desses zepelins, pois além de serem super fortes, eram difíceis de abater (em compensação, extremamente lentos). Este jogo ficou mais conhecido por possuir um personagem psíquico, que na verdade era o grande vilão por trás da invasão soviética. O nome dele é Yuri, que domina mentes humanas e faz com que as pessoas sigam sua vontade. Inclusive você tem a possibilidade de usar diversos “Yuris” no campo de batalha, dominando tanques e infantaria e colocando-os contra eles mesmos.
O jogo também inovou nas super armas utilizadas: além dos mísseis nucleares, tele-transporte e invencibilidade do primeiro Red Alert, você tinha à sua disposição o controle de uma tempestade de raios mortais, e na expansão (chamada de Yuri’s Revenge) você podia usar também um dominador psíquico em massa (uau) e um mutador genético, que transformava as unidades inimigas em um determinado raio de alcance em unidades ultra fortes que podiam até destruir tanques (claro, eles ficavam do lado de quem lançou a super arma). Aliás, como se pode perceber, a expansão é focada em Yuri, que dessa vez possui um exército próprio. Isso mesmo: uma luta entre Aliados, Soviéticos e Yuri, com direito a uma batalha na LUA!
O jogo inovou MUITO em comparação a todos os anteriores. Não apenas nos gráficos (que usavam uma engine melhorada do C&C Tiberian Sun). Foi o primeiro jogo da série a ter um sistema de ranking de unidades, onde com o passar das batalhas suas unidades iam ficando mais fortes e resistentes (as melhores unidades eram identificadas com um símbolo de patente militar ao lado delas). Também foi o primeiro jogo a introduzir estruturas civis para serem capturadas (desde poços de petróleo para ganhar mais dinheiro a prédios vazios para lotar de infantaria e atacar inimigos próximos).
Implantou também o conceito de unidades heroicas, unidades de infantaria poderosas e únicas. Estes sistemas são adotados até hoje na franquia. Sem contar também que é o jogo, em minha opinião, que tem mais unidades fantásticas. Tanques armados com prismas lançadores de raios, unidades propagadoras de radiação, snipers, caminhões-bomba… Você podia até selecionar países em específico no modo Skirmish e cada país tinha a sua especialidade. Muito bacana! É o jogo da série que eu mais tenho saudades e o que eu mais joguei.

Command & Conquer Red Alert 3
É o jogo mais recente do universo Red Alert. A história é feita em cima da fúria dos Soviéticos em terem perdido todas as batalhas anteriores. Para reverter isso, os Soviéticos desenvolvem a sua própria máquina do tempo, voltam há diversos anos atrás e matam Einstein, fazendo com que toda a tecnologia usada pelos Aliados não tivesse sido criada (e nem a bomba atômica). Quando os líderes soviéticos voltam à era atual, encontram-se em uma realidade onde os Soviéticos são vitoriosos, os Aliados são mais fracos e uma terceira facção está dando muita dor de cabeça: O Império do Sol Nascente, mais conhecido como Japão.
Foi o jogo mais “esquisito” da série, pois mesclou diversos tipos de construção: os Aliados construíam como o resto da franquia C&C, você mandava construir, esperava ficar pronto e colocava onde quisesse no mapa; os Soviéticos construíam aos poucos, onde você mandava construir em um local e toda uma área de construção surgia, até a estrutura ficar pronta; e os japoneses construíam suas estruturas a partir de veículos pré-determinados para isso (o que ao meu ver é nada prático).
O jogo é bastante colorido e cheio de efeitos, e teve versões tanto para PC quanto para XBOX 360 e PS3. Inovou por possibilitar diversas construções na água. Houve uma expansão, mas que a EA decidiu distribuir apenas online (você não encontrará nas lojas para vender). Nos consoles, teve uma espécie de expansão, chamada “Commander’s Challenge”, onde você precisava passar por inúmeras batalhas em várias partes do globo.

Relembrando a Série Command & Conquer

RTS, sigla de “Real Time Strategy”, ou mais conhecido por nós como “Estratégia em Tempo Real”. Um gênero que foi muito difundido no início dos anos 90, com a famosa franquia “Dune”. Concebida originalmente pela Cryo Interactive e distribuída pela Virgin Interactive, o primeiro jogo era um misto de aventura e estratégia. Já a segunda versão do jogo, Dune 2, foi concebida pela Westwood Studios. Esta versão foi inteiramente RTS, um conceito inovador para a época. O jogo fez tanto sucesso que a Westwood ficou muito famosa, fazendo alguns outros jogos (alguns de qualidade duvidosa, diga-se de passagem).

Mas um jogo em especial foi, na verdade, a “pedra preciosa” da empresa: Command & Conquer. Lançado em 1995 para os computadores da época (teve versões para alguns consoles), foi sucessor espiritual da franquia Dune (não na história, mas sim na jogabilidade). Foi o jogo responsável pela compra da Westwood pela Electronic Arts anos mais tarde. Uma das coisas mais marcantes é que, durante a campanha de qualquer jogo, você se depara com atores reais na tela para dar mais ênfase à história. A série é basicamente dividida em três “universos paralelos”, sendo cada universo com sua própria história distinta. Hoje falarei sobre a história original, mais conhecida como “universo Tiberium”.

O universo Tiberium é baseado em uma história meio maluca (não se preocupe, os outros universos também): um meteoro cai na Terra, bem próximo ao rio Tiber. Este meteoro trazia consigo uma substância alienígena que, ao entrar em contato com algo feito de carbono, rapidamente o absorvia e se multiplicava. Isso inclui praticamente qualquer ser vivo! Baseado então no lugar onde caiu, esta substância alien foi apelidada de “Tiberium”. Como é de se imaginar, o Tiberium foi se multiplicando por toda a Terra, pois entrou em contato com o solo e pouco a pouco a sua “área de alcance” foi aumentando.
A humanidade tinha então um perigo crescente. Mas, apesar de tudo isso, descobriu-se que a partir dele poderiam ser obtidos energia, armas e MUITO dinheiro. Daí nasce a Irmandade de NOD, organização fundada pelo maléfico, megalomaníaco, praticamente imortal e semi-messias Kane. Esta organização se dizia capaz de extrair o Tiberium do solo e obter suas riquezas (o Tiberium cristalizava qualquer minério rico no solo, facilitando sua extração), e assim o fez (muito à frente de qualquer grande organização científica). Só que, infelizmente, para alcançar todos os seus objetivos, a Irmandade de NOD se utilizava de ações terroristas contra aqueles que a confrontavam. Quase como o Talibã de hoje em dia, mas com um alcance global e muito (eu disse MUITO) mais dinheiro. Para combatê-los, a ONU fundou a GDI, ou “Iniciativa de Defesa Global” (Global Defense Initiative). A partir daí, podemos ter uma ideia do que será o game: NOD versus GDI.

A mecânica do jogo é bastante simples: construa sua base (barracas, fábricas de tanques, postos avançados, radares), busque Tiberium para conseguir mais dinheiro (construindo uma refinaria de Tiberium e caminhões capazes de coletar o minério), mantenha a sua base com energia suficiente (construindo estações de energia), construa defesas (vão desde casamatas com metralhadoras a torres gigantes lançadoras de raios mortais), defenda-se de ataques do inimigo e destrua-o (podendo usar bombas nucleares ou um canhão de íons lançado a partir do espaço). Faltou energia? Toda sua produção fica mais lenta e suas defesas são desativadas. Faltou dinheiro? Toda sua produção para até voltar a ter fundos. Mas claro, esta mecânica vai se aprimorando com o passar dos games…

O primeiro jogo, conhecido informalmente como “Tiberian Dawn”, contava, logicamente, o início da série. Seguindo o modo campanha, você escolhia em qual lado lutar: NOD ou GDI. Tenho que dizer que pessoalmente sempre adorei os NOD, pois tinham as armas e unidades mais legais. Sem contar que no final da campanha NOD, você simplesmente sequestra a super-arma inimiga (o canhão de íons), e tem a possibilidade de lançá-la em alguns monumentos: Torre Eiffel, Casa Branca, Big Ben e Portões de Branderburg. Considerado por muitos como o VERDADEIRO início dos jogos de estratégia em tempo real, inovou pela jogabilidade diferente e um modo novo de câmera, visto por cima de tudo, apelidado por muitos de “visão de Deus”. Pode ser baixado de graça no site da EA.

O segundo jogo, Tiberian Sun, nos traz um ambiente mais “cyber-punk”, com armas futurísticas, robôs gigantes, andróides, inteligências artificiais e mutações genéticas devido ao alastramento do Tiberium. Novamente, a história é baseada na luta GDI versus NOD, mas no final uma nova facção é descoberta: a inteligência artificial criada pelos NOD, chamada CABAL, que se rebela contra seus criadores e forma um exército de máquinas. O jogo inovou por oferecer gráficos mais bonitos em relação ao antecessor, mostrando gráficos 2.5D, digamos assim. Pode ser baixado de graça no site da EA.

O terceiro jogo, Tiberium Wars, nos leva ao retorno do maléfico Kane (derrotado nos jogos anteriores) e um planeta Terra totalmente devastado pelo minério parasita. O planeta chega a ser dividido por zonas: azuis (correspondentes a 20% da superfície terrestre), onde o Tiberium conseguiu ser um pouco controlado e a guerra praticamente não existe, sendo controlada pelos GDI; amarelas (50%), que são zonas com uma incidência moderada de Tiberium (basicamente regiões em desenvolvimento - o Brasil é uma delas), marcadas por décadas de guerras e dominadas pelos NOD; e vermelhas (30%), que são zonas muito perigosas, onde praticamente não há qualquer tipo de vida. Seguindo na campanha, você descobre que o planeta possui mais uma ameaça: os aliens Scrin, que vêm até o nosso planeta para se apropriar do tão aclamado Tiberium (e aproveitam para tentar acabar com a raça humana, claro). O jogo inovou por trazer gráficos fantásticos e poderes de suporte diversos. Foi o primeiro Command & Conquer no universo Tiberium totalmente feito pela Electronic Arts, após fecharem a Westwood Studios.

O quarto jogo, Tiberian Twilight, não gosto nem de falar que é um jogo da franquia Command & Conquer. Simplesmente não tem nada a ver com o resto da franquia! Você não coleta Tiberium, não precisa se preocupar com energia, dependendo de qual modo escolher você nem cria bases! E ainda por cima possui a pior coisa que inventaram em jogos de estratégia: controle de população. Antes de cada batalha, você escolhe o seu perfil: ofensivo, defensivo ou suporte. Daí você pode jogar APENAS com as unidades do perfil que você escolheu! Como falei semana passada, a Electronic Arts resolveu terminar com o universo Tiberium de uma forma horrível e sem sentido, fechando com uma chave de latão enferrujada em vez de uma chave de ouro. Simplesmente pegaram anos e anos de uma das mais aclamadas séries e colocaram no lixo, deixando mais fácil de se jogar.
Infelizmente, sinto que a EA fez uma grande “besteira” (pra não falar outra coisa pior) com o desfecho da série. Esperávamos muito mais! Será que é tão difícil seguir os passos da Blizzard em matéria de fazer um RTS moderno decente? Bom, por sorte ainda teremos mais da série Red Alert e, talvez, da série Generals. Sem falar em jogos de tiro, como o Command & Conquer Renegade

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Games que inspiram Filmes

Um cenário pós-apocalipse. Um livro que carrega a chave para salvar o mundo. Um ‘herói’ que tem o poder e um ‘vilão’ que o quer a qualquer custo.
Filmes que trazem o fim do mundo como o principal ingrediente da trama estão em alta e conquistam mais espaço na sétima arte a cada dia. O tempero apocalíptico já é velho conhecido no meio dos jogos eletrônicos. Inclusive, muitos serviram de inspiração para o cinema.
Tem um que chama a atenção em especial. Antes do seu lançamento no Brasil, em março deste ano, o filme “The Book of Eli”, estrelado por Denzel Wanshigton, causou polêmica no meio dos games. O longa mostra a trajetória de Eli, um dos sobreviventes de um futuro pós-apocalíptico, que precisa atravessar os EUA para passar adiante conhecimentos contidos num misterioso livro capaz de trazer redenção à humanidade.
Uma obra visualmente inspirada no RPS (misto de RPG com shooter) da Bethesda levou muitos fãs a acreditarem estar diante de uma adaptação de Fallout 3. Tudo começa no Vault 101, um dos inúmeros abrigos nucleares subterrâneos onde vivem os sobreviventes de uma guerra nuclear que transformou o planeta em um lugar inóspito e inabitável.
Ok. Mas o que o filme tem que faz lembrar tanto Fallout 3? As semelhanças não são poucas. Veja:

- Ambientação num cenário pós-apocalíptico conhecido como wasteland (terra devastada pela guerra);
- Um misterioso viajante solitário carrega a chave para salvar a civilização;
- Um megalomaníaco que quer este poder e o oferece para a reconstrução do mundo;
Rodovias com viadutos destruídos;
- O efeito “slow motion” e a mira de Eli quando vai atacar remete ao sistema de V.A.T.S. de Fallout 3. Trocando em miúdos, é um tipo de mira automática que focaliza partes específicas do corpo do inimigo, tornando o tiro mais preciso e certeiro;
- Granadas, arco e flecha, facas, espingardas (shotguns) e revólveres (handguns) que indicam uma variedade de armas como em Fallout 3;
- Direção de arte semelhante, com a mesma paleta de cores (cores primárias misturadas a tons de cinza), até a tipologia do logo que lembra e muito o jogo.
Coincidências? Não há indicações, ao menos formais, de que “The Book of Eli” é uma versão para as telonas de Fallout, nem que seja uma cópia do jogo, mas ambos parecem ter seguido as mesmas influências artísticas e culturais. O filme foi escrito por Gary Whitta, ex-editor da revista PC Gamer, além de passagens pelos roteiros de Duke Nukem Forever, Prey e Gears of War. Assim, não há como negar a influência dos games na produção do longa, mesmo que a intenção não tenha sido reproduzir Fallout nos cinemas. Quem também ficou com essa sensação?
Para quem já jogou Fallout e quiser conferir as semelhanças, fica aqui o trailer do filme:

Outro filme que lembra, mas nem tanto é o Mad Max. Lançado na Austrália em 1979, o longa estrelado por Mel Gibson também se passa num mundo pós-apocalíptico.
E por falar em jogos com um toque de game over, antes da franquia de Fallout, a Electronic Arts lançou Wasteland em 1988, que foi um dos grandes precursores dessa linha. Depois de uma guerra nuclear entre EUA e a então União Soviética que transformou o planeta numa wasteland, só há um objetivo: sobreviver. O sucesso resultou, oito anos depois, na sequência Fountain of Dreams, dessa vez na Flórida pós-guerra.

Outros jogos que viraram filmes
Embora não haja vínculo formal da ligação entre “The Book of Eli” e Fallout 3, muitos jogos foram adaptados às telas do cinema para valer. Assim como as versões de histórias em quadrinhos, a transposição dos games para a telona nem sempre agrada a gregos e troianos. Então, vamos relembrar alguns que marcaram, seja pela fidelidade ao jogo, pelo enredo adaptado ou pelo fracasso nas bilheterias.
Super Mario Bros (1993)
Um dos personagens precursores do estilo plataforma também foi o pioneiro nas telas do cinema. Mário, o encanador italiano baixinho e barrigudo da Nintendo, junto com seu irmão Luigi, marcou a infância de muitos ao saltar em blocos coloridos na missão de resgatar a princesa das garras do Bowser Koopa.
Street Fighter (1994)
No filme, o todo-poderoso Mister Bison tem apenas uma meta: dominar o mundo (Isso lembra algo familiar. “O que vamos fazer hoje, Cérebro? O que fazemos todas as noites, Pinky. Tentar conquistar o mundo!”) Mas voltando ao que interessa, o grande vilão teria que enfrentar Guille, das Forças Especiais Americanas. E como ficam Ryu e Ken, os verdadeiros protagonistas do game?

Mortal Kombat (1995)
Seguindo a onda dos jogos de luta que começou com seu antecessor, MK retrata o misterioso torneio de artes marciais que decidiria o futuro do planeta. Elementos vistos nos estágios dos jogos, como os Shadow Priests, os espinhos do The Pit, a faca de Kano, aparecem no filme.
Final Fantasy (2001)
Carregando o nome da famosa franquia da Square Enix, FF foi um dos filmes em computação gráfica mais bonitos e detalhados já vistos até então. Apesar da alta qualidade, a falta de similaridade com elementos da série emperrou o sucesso.
Lara Croft: Tomb Raider (2001)
Com Angelina Jolie na pele de Lara, a heroína deve impedir que a antiga organização Illuminati se apodere do artefato que pode controlar tempo e espaço. Altas cenas de ação, além de caras e bocas a ‘la Lady Croft’.  A sequência lançada dois anos depois, no entanto, deixou a desejar. Imagina se fizessem aquela cena de Tomb Raider III na casa da Lara com a “perseguição” do mordomo e sua inseparável bandeja?

Resident Evil - O Hóspede Maldito (2002)
Supostamente, o filme se passa em paralelo ao primeiro jogo. Com Milla Jovovich no papel de Alice, uma garota que sofre de amnésia e se envolve no confronto contra zumbis que habitam a misteriosa The Hive, da corporação Umbrella. O longa retrata a sensação de pânico e solidão do game. Em 2003 saiu a continuação, seguida quatro anos depois por mais uma adaptação. Mas e o Nemesis? Mudança radical do game para o cinema…
Terror em Silent Hill (2006)
Rose, uma jovem mãe desesperada para encontrar uma cura para a doença de sua filha única, foge em direção a uma cidade abandonada em busca de respostas. Destaque para o antagonista Pyramid Head, um monstro sem voz e sem rosto visível, também conhecido por Red Pyramid ou Bicho-Papão. Ele representa o desejo de James Sunderland, como uma punição por seus crimes.

domingo, 15 de agosto de 2010

A Evolução de SimCity


A série “Sim”, ao contrário do que muitos podem achar, não começou com o famoso The Sims. A franquia iniciou de uma forma muito mais “madura” e mais interessante: com um simulador de cidades. Isso mesmo, nada desse negócio meio “Big Brother” de ficar em cima da vida de algumas pessoas; você construía e administrava cidades (algo muito mais interessante, diga-se de passagem). Aaaah, bons tempos, boas lembranças!
Criado pelo gênio da indústria dos games Will Wright, SimCity foi lançado em 1989 para os computadores da época. O jogo foi o primeiro da Maxis, e foi o que teve mais vendas até a chegada de The Sims, em 2000. Foi o responsável pela notoriedade da empresa, fazendo com que fosse comprada pela Electronic Arts anos mais tarde.
Will Wright teve como inspiração o jogo Raid on Bungeling Bay (um jogo bem simples de guerra), feito por ele mesmo, que tinha um modo no qual você desenhava mapas para o jogo. Como ele disse se divertir mais fazendo os mapas do que jogando, resolveu criar o SimCity.

SimCity é um jogo estranho no ponto de vista de muitas pessoas: não há como ganhar e o jogo nunca termina. Você tem apenas uma meta: não quebrar os cofres de sua cidade. Nas últimas versões, levar a sua cidade à falência levava à demissão do cargo. É claro, todas as versões tinham macetes para rios de dinheiro, o que normalmente deixava a jogabilidade muito mais divertida (quem não gostaria de construir a casa do prefeito com um lago artificial, sem se preocupar com taxas de manutenção mensais, por exemplo?). Mas é claro, gamer de verdade não usa cheats!!
O jogo em si, jogado em sua pura maestria, é talvez um dos jogos mais difíceis. Na última versão “de verdade”, SimCity 4, além de cuidar do orçamento, você precisava se preocupar com o ambiente, o tráfego, a segurança, a saúde, a educação e o valor das terras. Ou seja, não era apenas traçar longas estradas, caríssimas free-ways e definir o tipo de zona a ser construída em uma área. O trabalho de um prefeito no universo Sim não é fácil!

Uma das marcas da série é a liberdade que o jogador tem para definir que tipo de construção deseja em cada parte da cidade. Você acha conveniente construir uma indústria altamente poluidora ao lado de um pequeno bairro de densidade baixa? Bom, você é o prefeito, então assim o faça. Mas pode ter certeza que logo em seguida você receberá diversos tipos de reclamações dos moradores, e seguidamente falam que “cimento não respira, precisamos de mais árvores”.
Outro ponto forte da série é o ótimo humor com que são levadas as coisas. Desde o manual (quem se lembra do manual extremamente grosso do SimCity 3000 World Edition sabe que era recheado de piadinhas infames) até o que os próprios secretários falam (sim, em SimCity 4, há secretários para cada setor da cidade). Os secretários, falando neles, sempre estão dispostos a ajudar o prefeito em qualquer questão. Além deles, você conta ainda com o auxílio de diversos gráficos que demonstram o andar da cidade com o passar do tempo.
Também não podemos nos esquecer da possibilidade de nos sentirmos “Deus” no jogo. Antes de começar uma nova cidade, você tem a opção de, com alguns cliques lá e cá, desenhar uma linda paisagem. Seja uma serra, seja uma planície, sejam colinas, sejam praias, sejam um conjunto de ilhas… Você escolhe. Se cansou da cidade durante o jogo? Destrua-a com ataques de OVNIS, robôs gigantes, vulcões, tempestades, meteoros…

Infelizmente, a última versão do jogo, SimCity Sociedades, foi um tanto quanto “chata” demais. Fora os belos gráficos de ponta, você precisava no máximo se preocupar em manter os seus Sims felizes. Isso mesmo, deixaram SimCity com uma cara de “The Sims”. E ainda por cima você não criava zonas de construção: colocava edifício por edifício na cidade, deixando o seu trabalho ainda mais complicado. Nem preciso falar então que o jogo foi um fracasso de vendas e um fiasco, ainda mais para os amantes da série, como eu. Eu mesmo comprei o jogo e joguei apenas UMA vez. Sério.
Rumores um pouco antigos falavam que a Electronic Arts preparava uma renovada na série, voltando ao estilo de jogo original. Porém, nada até agora foi confirmado. Espero que a EA não tenha abandonado a série e “concluído” tudo com uma chave enferrujada de latão, assim como a empresa fez com a série Command & Conquer e o seu recente Command & Conquer 4, que ficou horrível.

Fúria de Titãs

Sinopse: A disputa pelo poder lança os homens contra os reis, e os reis contra os Deuses. Mas a guerra em curso contra os deuses já é o suficiente para destruir o mundo. Nascido de um deus mas porém criado como homem, Perseu(Sam Worthington) se vê indefeso para salvar a familia, da aniquilação por Hades(Ralph Fiennes), o vingativo deus do reino dos mortos. Sem nada a perder, Perseu se oferece como voluntário para comandar a perigosa  missão de derrotar Hades, antes que este consiga obter poder de Zeus(Liam Neeson) e instalar o inferno na Terra. Liderando um grupo de guerreiros, Perseus parte numa arriscada jornada nas profundezas dos mundos proibidos. Combatendo demônios cruéis e monstros terrivéis, ele somente irá conseguir se aceitar seu poder como um deus, desafiar a sorte e criar seu próprio destino.
O filme tem ótimos efeitos especias, um bom enredo, eu só não sei qual é o melhor o de 2010 ou de 1981 mas posso garantir que o de 2010 para quem gosta de toda essa história de mitologia é uma boa dica de filme, principalmente para aquelas pessoas que gostam de jogar age of mythology no qual revive toda essas histórias. Posso garantir que é um dos melhores filmes de 2010. Abraços

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Sherlock Holmes "O Cão dos Baskervilles"


O que posso falar sobre este livro... É GENIAL não apenas este especifico livro mas todos livros do Sherlock Holmes são demais, Arthur Conan Doyle conseguiu em um livro o que eu só via em fim de episódios de seriados como Lost e FlashForward ele nos deixa preso ao livro, nos deixa com uma certa curiosidade sobre o que vai acontecer no próximo capitulo, e isto para mim é genial. Sherlock Holmes foi criado por Sir Arthur Conan Doyle, no total são 9 livros nos quais 4 são romances e 5 livros de contos.
Agora falando especificamente sobre " O Cão dos Baskervilles", conta a história da mansão dos Baskervilles. Após da morte de um dos membros da familia chamado Hugo surgi uma lenda sobre um cão diabolico, assim matando cada membro da família que se aventurasse no Pântano perto da casa. Sir Charles Baskerville tem o mesmo destino de Hugo: é morto pelo cão. O terrível animal não precisou nem tocar o homem, mas matou-o de susto, já que Sir Charles sofria do coração.
Já em Baker Street , o Dr. Mortimer, antigo amigo de Charles, pede ajuda a Holmes para desvendar o mistério do cão dos Baskerville, e apresenta o novo morador do solar, Sir Henry Baskerville, sobrinho de Sir Charles.
Com um desenrolar genial da história que contém além de mortes, também o bom toque sarcástico de Holmes, o livro é uma boa dica para passar o tempo. Amanhã postarei sobre o segundo livro que li de Sherlock Holmes - Um Estudo em Vermelho.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

A Música Boa sumiu.


Enquanto estou escrevendo isso, estou escutando o que para mim é uma das melhores bandas de todos os tempos: GUNS N' ROSES, uma banda que tem November Rain, Patience, Welcome to the Jungle, Sweet Child O' Mine, entre outros hits que são absolutamente genias. Mas de um tempo para cá eu apenas escuto essas músicas ou nos programas de radios que tocam apenas músicas antigas ou quando estou em casa no computador, eu não consigo parar de pensar como tem gente que não simpatiza com GUNS, ou não simpatiza com aqueles solos de guitarra do Slash(que para mim, junto com Jimi Hendrix são os melhores guitarristas.) em Welcome to the Jungle, Sweet Child O' Mine...
Ai eu paro para pensar que estas pessoas que não escutam Guns, me conseguem ouvir alguns LIXOS chamados JUSTIN BIEBER, LADY GAGA, RESTART... Isso chega a dar nojo, principalmente no twitter quando dão para falar desses animais musicais, parece que até tem algum talento, tomara que isso seja modinha adolescente, queira Deus que seja isso mesmo. Desculpe caso ofendi alguém mas isso é apenas minha opinião :)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Renato Gaucho vem ai...


Renato Gaucho será técnico do grêmio é essa informação que eu tenho nesse momento em que estou escrevendo isto(19:16), eu não sei o que esperar do Renato, mas como bom torcedor do Grêmio espero o melhor(se eu não esperasse isso provavelmente iria estar apontando um revolver diretamente para minha cabeça). Mas na realidade eu não acompanhei a história de Renato Gaucho como técnico, mas lembro que foi Campeão da Copa do Brasil e vice da Libertadores da América. Mas eu quero que ele resgato no Grêmio a mesma garra e motivação na qual faz tempo que eu não vejo nesse time, o Grêmio é um time copeiro mas isso não adianta para ganhar titulos, tenho varios exemplos pelo mundo afora, para ser campeão um time precisa de garra, um bom plantel, qualidade individual, no qual eu só vejo nesse atual time do Grêmio em algumas partidas em que a dupla de ataque faz algo, que na realidade junto com o goleiro e mais alguns jogadores jovens é o que presta nesse momento.
Eu fico indignado quando vejo o meu time em crise e o ex-técnico diz que não é vergonha ser rebaixado, porque vários times grandes já foram, eu só quero o seguinte Renato: Grêmio seja o Imortal no qual você sempre foi!

domingo, 8 de agosto de 2010

O Começo do blog!

É o começo né, não sei se vai dar certo, mas tenho que arriscar aqui. Resumindo, O Blog Um Pouco de Tudo! vai falar de tudo, dai o nome, mas vou falar principalmente de Filmes, Musica, Tecnologia e Livros, nos quais estes são os assuntos em que eu sou, como posso dizer, sou mais interessado. De principio era isso, a cada dia ira ter pelo menos 2 posts então amanhã será minha estréia definitiva por aqui. Desde já, Abraços!